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Obrigada pela visita, entre lá e faça parte do projeto!!!
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Estas esculturas abaixo fazem parte do festival FIESA, que é realizado em Portugal desde 2003:
A areia dixou de ser apenas utilizada para fazer castelinhos, tornou-se material de uma mega exposição artística, em que grandes artistas do mundo todo reunem-se para fazer esculturas gigantescas.
Cada nova edição é dedicada a um tema diferente. O deste ano é “mundo vivo”.
(texto: Tatiana Matteoni) (fonte: http://wp.clicrbs.com.br/)
Na cidade de Milão, Itália, encontra-se uma escultura um tanto polêmica. Enquanto alguns defendem sua estadia na cidade, outros a repugnam.
Para alguns italianos o gesto é considerado obsceno, visto que a escultura seja um insulto à tradição artística italiana. Já os turistas se dizem favoráveis a que a escultura receba um local permanente na cidade.
Autoridades como o presidente do comitê de Cultura da cidade, Massimiliano Finazzer Flory, querem manter a obra em Milão.
Texto( Tatiana Matteoni) Imagem(Stefano Rellandini)
Em meados dos anos 50 e 60, o governador de São Paulo Adhemar de Barros, em companhia de outras autoridades da chamada “Comissão Pró-Monumento Caxias”, decidiu organizar uma comemoração para homenagear o patrono do exército brasileiro, Duque de Caxias.
Para tanto, o escultor Victor Brecheret foi contratado e deu forma ao Monumento Duque de Caxias, um imenso cavalo de bronze sobre o qual está representado o homenageado. Em sua inauguração, o evento foi celebrado com um almoço dentro da barriga do cavalo (ainda sem a parte de cima). Foram convidadas 70 pessoas, 20 das quais ficaram de pé.
A princípio, a escultura seria situada no Largo do Paiçandu. Porém, devido às suas dimensões espetaculares, a prefeitura decidiu optar pela Praça Princesa Isabel.
Infelizmente, houve problemas administrativos durante a produção da obra, que foi entregue à prefeitura somente em 1945, cinco anos após a morte do artista.
Victor Brecheret é autor da obra do Monumento às Bandeiras, localizada no Parque Ibirapuera. Mais conhecida como “deixa que eu empurro”, a obra é toda de granito branco e representa 29 índios, mamulecos e negros.
(Texto: Joana Ribas) (Imagem: Companhia de Restauro)
A arte pública vem ganhando reconhecimento devido às suas inúmeras formas de representação, como o mural dos grafiteiros Gustavo e Otávio Pandolfo, os Gêmeos, pintado na fachada do Museu de Arte Moderna (MAM), e esculturas de peso cultural, como a estátua da Mãe Preta, que recebe oferendas constantemente. Apesar disso, outros tipos de manifestações escultóricas do vasto acervo brasileiro, como os bustos de escritores membros da Academia Paulista de Letras, sofrem depredações e vêm sendo furtados na região central da cidade de São Paulo. De todos que havia, não se sabe ao certo quantas eram, restam apenas cinco.
O motivo desses atos de vandalismo, que têm ocorrido de três anos para cá, é bastante discutido. Especialistas acreditam que o problema seja a desigualdade, a degradação do centro. Possivelmente, as obras foram roubadas para serem fundidas, pois não é crível que os ladrões usem esses bustos para contemplação na sala de suas casas.
Isso comprova que muitas pessoas não compreendem as expressões artísticas da forma como deveriam e desconhecem a razão da existência dessas estátuas em espaços públicos ou os elementos objetivos que tornam essas reproduções uma forma de homenagear pessoas que fizeram parte da história da cidade de São Paulo.
A academia já propôs à prefeitura que as estátuas restantes fossem levadas para serem restauradas, porém a Secretaria de Estado da Cultura argumentou que, pelo fato de as estátuas serem bens públicos, não poderiam ser movidas a uma instituição privada.
No entanto, há cerca de um mês a prefeitura se manifestou favorável a essa ação, e atualmente toma providências para emitir documentação que possibilitará a transferência dos bustos para o salão da instituição, onde serão restauradas as estátuas que restaram, devolvendo a dignidade à memória dos ilustres membros da Academia Paulista de Letras por elas representados.
(Texto: Joana Ribas) (Imagem: Folha de S. Paulo)
Pessoas jogam tênis, futebol, vôlei, ou passam rápido em seu cooper diário. Adolescentes ensaiam manobras nas pistas de skate. Crianças brincam nas gangorras, e casais enamorados trocam juras no gramado. Em meio a este cenário comum do Parque da Juventude, São Paulo, um senhor espanhol despreocupadamente tira as sandálias e descansa.
O “Monumento ao Peregrino” é um presente do governo de Castilla e Léon (Espanha) ao Estado de São Paulo. O monumento homenageia os turistas brasileiros que fazem a rota de peregrinação na cidade de Santiago de Compostela.
O peregrino, em seu sossego religioso, parece construir afinal a sensação de paz no parque – descansando sobre o mesmo lugar o qual sofria, antes, com os tormentos do antigo presídio do Carandiru.
A equipe do MuBE Virtual agradece a colaboradora Luana Botelho pela bela fotografia da escultura.
(Texto: Luna Rosa Lopes) (Imagem: Luana Botelho)
Andando pelas ruas de Rio Branco, acreanos trombam com seus conterrâneos e turistas com os transeuntes. Grande movimentação na capital. Misturados ao calor do povo, há algumas pessoas que permanecem estáticas:
O monumento é de autoria de Christina Motta, e foi uma iniciativa do governador Jorge Viana para retratar os homens e mulheres que lutaram para constituir o estado do Acre, através de sua força de trabalho e amor por sua terra.
Há belas esculturas como essas espalhadas por todo o país. O MuBE Virtual tem o objetivo de unir a todas em um único site colaborativo, o qual será lançado em breve, valorizando assim o nosso grande patrimônio cultural e permitindo que principalmente os municípios mais longínquos sejam alcançados.
Fique atento às novidades!
(Texto: Luna Rosa Lopes e Tatiana Matteoni) (Imagem: Fernando Burgos)
Há vários tipos de escultura: de bronze, de gelo, de granito, de areia, de grama…
Mas, tão doces e rosadas como essas, você talvez nunca tenha visto antes.
Maurizio Savini é um artista italiano que utiliza o chiclete como matéria-prima para compor suas obras – as quais já passaram por exposições de vários países e são vendidas por valores superiores a 55 mil dólares.
Apesar de “descontraído”, e nos remeter a lembranças coloridas de infância, contraditoriamente o chiclete foi introduzido na Itália pelos soldados americanos, no final da Segunda Guerra Mundial.
Haveria alguma referência a isso na escultura de Savini?
Para saber um pouco mais do processo de criação do artista, assista
http://www.youtube.com/watch?v=yZLUtac99W4
Impossível não querer dar uma dentada.
(Texto: Luna Rosa Lopes)(Edição: Tatiana Matteoni)(Fotos: http://migre.me/1buoB)
O conceituado escultor Waltercio Caldas abre duas exposições no Rio de Janeiro.
A primeira delas terá sua abertura no dia 16 de setembro, na Galeria Anita Schwartz, na Gávea, e exibirá a produção mais recente do artista.
A outra exposição, que reproduz Salas e Abismos, está aberta desde 26 de agosto no Museu de Arte Moderna, espaço em que Waltercio estudou e debutou.
O trabalho do artista é norteado pela junção entre razão e emoção, inspirado pela afirmação atribuída a Lygia Clark de que “cérebro também é víscera”.
(Texto: Katia Kreutz) (Imagem: www.walterciocaldas.com.br)
Hoje, o metro da cidade de São Paulo possui um acervo permanente de Arte contemporânea; esculturas, murais e painéis. O projeto abriga 90 obras de arte dos mais renomados nomes de artistas brasileiros. As obras estão espalhadas em 35 estações.
“Além de avivar o patrimônio cultural e artístico da cidade, essa iniciativa da Prefeitura teve o mérito de colocar na pauta de debates da Companhia do Metropolitano de São Paulo uma questão muito importante.”(Mais Informações: http://www.metro.sp.gov.br/cultura/tearte.asp)
( texto: Tatiana Matteoni) ( Imagem: http://metro.sp.gov.br/cultura/tearte.asp)
Passeando pelo Centro de São Paulo, a equipe do MuBE Virtual encontrou a perfeita réplica de Fernando Pessoa. Mas quem incorporava o ilustre escritor era, na verdade, o artista Azerutan.
Azerutan é um pseudônimo criativo adotado pelo artista, que significa não só “Natureza” ao contrário, como também é nome de um indígena da tribo pernambucana Xucuru Kiriri.
Ele atua como Estátua Viva há aproximadamente 16 anos, e é formado em artes plásticas e desenho. Sua inspiração veio da observação de artistas europeus. Dos ícones brasileiros, tem como exemplo Léo Áquilla.
Azerutan nos diz:
- Para que esse trabalho seja visto como um ato profissional, o artista tem de matar a vida e a cor, ou seja, transformar-se em um objeto, utilizando dons ilusórios.
- O ser humano tem de ser educado para entrar a fundo no seu personagem, para isso muita pesquisa e observação!
- No Brasil não há especialização em Estatua Viva, mas alguns cursos podem ajudar no processo, como Artes cênicas, Pintura, Yôga, Dança, Artes plásticas e Desenho. São meios eficientes para adquirir resistência, concentração, percepção e equilíbrio.
(Texto: Luna Rosa Lopes e Tatiana Matteoni) (Imagens: Tatiana Matteoni)
De 14 de agosto a 24 de outubro, o Instituto de Arte Contemporânea (Rua Maria Antônia, 242, tel. 3255-2009) irá realizar a mostra Claro Enigma, com trabalhos do escultor Sergio de Camargo.
Mostrando a trajetória do artista por meio de 30 obras, estarão em exibição não apenas esculturas, mas também desenhos, fotografias e documentos. A mostra será gratuita.
Sergio de Camargo (1930-1990) foi um dos maiores representantes do Construtivismo no Brasil e suas obras estão espalhadas pelos espaços públicos do mundo inteiro, incluindo Brasília, Nova York, Bourdeaux, São Paulo e Rio de Janeiro.
(Texto: Katia Kreutz) (Imagem: O Estado de S. Paulo)
Raul Torres (1906-1970) foi um artista botucatuense múltiplo: cantou modas de viola, sambas, emboladas e música caipira, compôs mais de 100 canções e se dedicou, também, à apresentação de programas de rádio.
Em sua homenagem, foi feita uma escultura bem descontraída. Ela tem tamanho natural e está na praça Emilio Peduti, em Botucatu.
A equipe do MuBE Virtual ficou encantada quando, navegando pelo Flickr, encontrou estas belas imagens do fotógrafo Marcos Carmona.
Aqui vai um trecho de uma das composições mais clássicas de Raul, “Cabocla Tereza”:
“Mas a Tereza Dotô
Felicidade não quis
Pus o meu sonho nesse olhar
Paguei caro
Meu amor
Pra amor de outro caboclo
Meu rancho ela abandonou”
Vendo o sorriso e a expressão tão carismática de Raul na escultura, que se confunde com os outros senhores da praça, quem imaginaria a tristeza da sua melodia?
(Texto: Luna Rosa Lopes) (Imagens: Marcos Carmona)
em homenagem a 1 ano da morte de michael jackson, uma estátua de bronze, feita pelo cartunista ike, foi inaugurada no morro santa marta, no rio de janeiro/rj. foi lá que o astro pop fez um de seus videoclips na década de 90. o local onde ficará a escultura foi chamado de “lage do michael”.
de acordo com uma das moradoras: “tenho certeza que isso vai ser um motivo a mais para os gringos conhecerem a favela”.
matéria completa no g1.
Aiuruoca é um município com cerca de 6 mil habitantes localizada no sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, a 989 metros de altitude. Seu nome deriva do tupi e significa casa dos papagaios.
A cidade, que tem como pano de fundo a Serra do Papagaio (hoje protegida por leis estaduais e federais), está dentro dos limites da APA da Mantiqueira e é privilegiada por belezas naturais – cachoeiras, picos e bosques.
Fundada em 1706, Aiuruoca se encontrava no roteiro das minas de ouro, atraindo exploradores portugueses e paulistas. Hoje, é um local que atrai muitos turistas e esportistas de aventura.
(Texto: Katia Kreutz) (Imagens: Francisco Zorzete)
a estátua do carlos drummond de andrade que fica na praia de copacabana/rj, recebeu hoje adornos especiais para a copa do mundo!
a ação na escultura foi promovida pela editora record, para o lançamento do livro que está no colo de drummond. uma das frases do livro estampa a camiseta: “futebol se joga no estádio? futebol de joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma.”
para garantir a segurança “da” escultura, a editora contratou um segurança para ficar vigiando a obra e seus adereços. matéria completa no g1.
texto: tatiana travisani
fotos: G1
fernando sabino, otto lara rezende, paulo mendes campos e hélio pellegrino juntos em escultura que fica em frente à biblioteca pública de bh/mg. a obra se chama “encontro marcado”, se parece bastante com aquelas do rj, como a do zózimo, não é?!
texto e fotos: tatiana travisani
SÃO PAULO – Em maio de 1995, as obras de Victor Brecheret (1894-1955) inauguravam a primeira mostra do Museu Brasileiro da Escultura (MuBE). Agora, para comemorar o 15º aniversário da instituição, o chamado ‘escultor de São Paulo’ volta ao espaço – mas, desta vez, com figuras exclusivamente femininas.
A exposição Brecheret – Mulheres de Corpo e Alma reúne 60 esculturas e 106 desenhos inéditos do artista ítalo-brasileiro, vindos de coleções particulares e de acervos como os do Palácio do Governo e do próprio Instituto Victor Brecheret, que organiza a mostra. As peças, feitas de materiais como mármore, bronze e terracota, revelam o interesse do artista pela arte indígena e pela busca de padrões estéticos distintos do europeu.
Entre as obras, está ‘Mãe’ (1927-30), exibida pela primeira vez ao público, que tem formas geométricas e influência de ‘art déco’. Os desenhos mostram o gosto de Brecheret pela técnica. “Ele desenhava para descansar”, diz a curadora Daisy Peccinini. De fato. Um deles foi feito no verso de um convite de casamento.
MuBE. R. Alemanha, 221, Jd. Europa, 2594-2601. 10h/19h (fecha 2ª).
(Marina Vaz – O Estado de S. Paulo)
Fonte: Blog Estadão